Tudo tinha voltado ao mesmo, começaram as discussões já nada estava bem de novo. Fiquei revoltada e só me ocorria que o melhor era desistir e acabar com aquela farsa. Desta vez prometi que não ia chorar, que não ia fugir nem me esconder, ia simplesmente manter-me firme e dizer “acabou”.
De um momento para o outro ali estávamos, frente a frente. Olhei-o nos olhos mas, o olhar dele tão penetrante não me deixava dizer nem uma palavra, não me deixava dar nem um passo, eu no fundo sabia que não ia ser capaz de acabar algo tão forte daquele jeito.
Passados uns minutos senti-me esgotada e desviei o olhar, não aguentava mais olhar para aqueles olhos que pareciam dizer “eu amo-te pequenina”, naquele momento só pensei em virar costas e ir-me embora, mas tão depressa me virei como senti a sua mão segurar-me firmemente o braço.
Fiz um enorme esforço mas não consegui cumprir a promessa que tinha feito inicialmente e senti uma lágrima a escorrer pelo rosto, preocupado perguntou-me porque estava a chorar e então explodi, disse tudo o que sentia, disse que já não fazia sentido continuar uma relação baseada em discussões estúpidas que me destruíam dia após dia, olhei-o novamente nos olhos e disse “desculpa mas acabou”. Largou-me lentamente o braço e virou-me costas, pensei de imediato que se ia embora e chorei com mais intensidade. Mas não, ficou ali de costas voltadas para mim durante largos minutos, ensurdecida pelo seu silêncio aproximei-me e com o meu movimento voltou-se para mim e pela primeira vez, vi-o chorar… não dei nem mais um passo, fiquei sem reacção. Então em silêncio aproximou-se, agarrou-me a mão e puxou-me suavemente, não sabia para onde íamos, mas deixei-me levar.
Chegamos perto de um rio, sentou-se e puxou-me para o seu colo, conseguia ver o que sentia no seu olhar, estava magoado. Por um lado eu sabia que tinha ido longe demais, mas não pedi desculpa, no fundo estava apenas a tentar encontrar respostas que sabia que nunca iria encontrar, além disso sabia que estava demasiado envolvida nos seus jogos não sabia se estava a ser sincero ou como bom jogador que era me estava a enganar novamente.
No entanto, olhando fixamente nos seus olhos resolvi arriscar, não tinha nada a perder, beijei-o intensamente e senti que entramos numa viagem pelo imenso céu azul, éramos apenas nós, ambos sabíamos que lá ninguém nos ia separar e nenhuma tempestade nos iria destruir.
Amo-te.
De um momento para o outro ali estávamos, frente a frente. Olhei-o nos olhos mas, o olhar dele tão penetrante não me deixava dizer nem uma palavra, não me deixava dar nem um passo, eu no fundo sabia que não ia ser capaz de acabar algo tão forte daquele jeito.
Passados uns minutos senti-me esgotada e desviei o olhar, não aguentava mais olhar para aqueles olhos que pareciam dizer “eu amo-te pequenina”, naquele momento só pensei em virar costas e ir-me embora, mas tão depressa me virei como senti a sua mão segurar-me firmemente o braço.
Fiz um enorme esforço mas não consegui cumprir a promessa que tinha feito inicialmente e senti uma lágrima a escorrer pelo rosto, preocupado perguntou-me porque estava a chorar e então explodi, disse tudo o que sentia, disse que já não fazia sentido continuar uma relação baseada em discussões estúpidas que me destruíam dia após dia, olhei-o novamente nos olhos e disse “desculpa mas acabou”. Largou-me lentamente o braço e virou-me costas, pensei de imediato que se ia embora e chorei com mais intensidade. Mas não, ficou ali de costas voltadas para mim durante largos minutos, ensurdecida pelo seu silêncio aproximei-me e com o meu movimento voltou-se para mim e pela primeira vez, vi-o chorar… não dei nem mais um passo, fiquei sem reacção. Então em silêncio aproximou-se, agarrou-me a mão e puxou-me suavemente, não sabia para onde íamos, mas deixei-me levar.
Chegamos perto de um rio, sentou-se e puxou-me para o seu colo, conseguia ver o que sentia no seu olhar, estava magoado. Por um lado eu sabia que tinha ido longe demais, mas não pedi desculpa, no fundo estava apenas a tentar encontrar respostas que sabia que nunca iria encontrar, além disso sabia que estava demasiado envolvida nos seus jogos não sabia se estava a ser sincero ou como bom jogador que era me estava a enganar novamente.
No entanto, olhando fixamente nos seus olhos resolvi arriscar, não tinha nada a perder, beijei-o intensamente e senti que entramos numa viagem pelo imenso céu azul, éramos apenas nós, ambos sabíamos que lá ninguém nos ia separar e nenhuma tempestade nos iria destruir.
Amo-te.